Ultimamente eu não tenho feito questão de assistir a alguns filmes no cinema, mas este eu não pude perder: dirigido pelo David Fincher (“Clube da Luta”), com um roteiro do Steven Zaillian – que escreveu um dos filmes que mais me comoveram, “A Lista de Schindler”, do Spielberg -, estrelado pelo Daniel Craig – atualmente, meu ator favorito – e 5 indicações ao Oscar… Não é qualquer porcaria que vemos por aí! E, para aperfeiçoar esse “combo”, não posso deixar de incluir a novata Rooney Mara, que aos 26 anos foi indicada ao Oscar pela personagem-título de “Millenium” – em inglês, o filme chama-se The Girl With the Dragon Tattoo, e ela interpreta a própria. (Falo mais sobre ela no decorrer do post!)

Normalmente, quando um filme é adaptado das páginas de um livro para a grande tela, como neste caso, eu faço questão de ler a obra original para poder fazer uma comparação – amo! -, mas infelizmente não tive a oportunidade de fazer isso dessa vez, pois andei muito atarefada nesses últimos meses… Cheguei a conseguir um audiobook para ouvir durante o meu percurso casa/empresa e empresa/faculdade, mas não consegui dar atenção devido à complexidade do enredo! (Não me julguem: não consegui me concentrar no áudio da narração porque essa cidade é muito barulhenta!) É claro que ao assistir ao filme, me arrependi de não ter me esforçado mais…

Na verdade, essa é a segunda adaptação cinematográfica da primeira parte da trilogia do jornalista e “best-seller” (claro!) Stieg Larsson – que, além de jornalista, foi um dos ativistas políticos mais influentes da Suécia, tendo documentado e exposto diversas organizações racistas e grupos radicais de extrema-direita, e vivia sob ameaça de morte. Ele acabou morrendo de infarto, em 2004, e só então encontraram os manuscritos da trilogia “Millenium”, publicados no ano seguinte. And the rest is history! Enfim, voltando aos filmes (acabei desviando o assunto para a vida do autor que é super interessante!), a primeira adaptação da obra foi da própria Suécia, em 2009, e ganhou um BAFTA na categoria de melhor filme estrangeiro. No geral, foi bem recebido pela crítica, apesar das fortes cenas de violência e a cena do estupro, que me impressionou bastante na versão americana… Não foi exibido em muitas salas de cinema nos Estados Unidos, mas chegou a arrecadar 10 milhões do dólares.

Escrevi, escrevi (ou seria “enrolei, enrolei”?), e não contei nada sobre a história, que é a seguinte – tenham em mente que a única versão que sei é a do filme: Em 1966, Harriet Vanger, uma garota de 16 anos, desaparece misteriosamente e sem deixar pistas na ilha de Hedeby (local que existe de verdade na Suécia) – propriedade quase que exclusiva da poderosa família “Vanger”. 36 anos após o ocorrido, seu tio (interpretado pelo Christopher Plummer), que nunca se conformou com o seu sumiço, decide contratar o jornalista investigativo da revista “Millenium”, Mikael Blomkvist (Daniel Craig), com a promessa de lhe entregar provas contra um poderoso bilionário Sueco – do qual Mikael está sendo processado por calúnia e difamação (blá, blá, blá: todas essas coisas que nos acusam ao reportarmos a verdade!) após desmascarar suas “falcatruas”. Mikael aceita e muda-se para a ilha de Hedeby para retomar as investigações do caso. “Onde entra a ‘girl with the dragon tattoo’ nessa história”, você deve estar se perguntando?! Seu nome é Lisbeth Salander (Rooney Mara) e ela é uma detetive (e hacker!) particular – e nada comum – que dá assistência para Mikael na investigação. Os dois criam um forte laço – detalhe muito interessante, em minha opinião – e juntos começam a desvendar o crime. O filme, claro, é bom e me intrigou bastante. Como disse no início, nunca mais havia assistido a um bom filme. Respirei aliviada e contente – e um pouco atordoada com tantas informações, confesso – ao sair da sala de cinema!

Eu fiquei muito impressionada (em inglês, a palavra correta seria “stunned”!!!) com a atuação da Rooney Mara. Em minha opinião, ela roubou todas as cenas em que esteve presente no filme e desta vez a Academy acertou. (Não assisti A Dama de Ferro, com a Meryl Streep – que provavelmente irá levar a estatueta pela milésima vez -, mas a minha torcida é para a Rooney Mara!) O filme todo fiquei pensando em como deve ter sido difícil interpretar a Lisbeth, um personagem tão – desculpem o adjetivo suspeito – “sofrido”, obscuro e, em minha opinião, complexo… A única referência que eu tinha sobre a atriz era seu pequeno papel no último filme do David Fincher, A Rede Social. (Ela interpretou a namorada do Mark Zuckerberg no início do filme, vocês chegaram a ver?) Sabia, também, que ela havia nascido em berço de ouro e atuava por paixão. Cheguei a subestimá-la por esse fato, mas, mais uma vez, quebrei a cara. Feio. Ela tem talento.

Abaixo, a atriz Rooney Mara na capa da revista VOGUE e, ao lado, na première do remake do filme A Hora do Pesadelo, de 2010:


Gostaria muito que ela levasse o Oscar de melhor atriz pela Lisbeth Salander…

A falta de filmes bons é o motivo pelo qual ando meio sumida… Vocês têm algum para me recomendar?

Um beijo!

Antes de mais nada, deixe-me explicar os dois motivos da minha ausência: correria na faculdade e emprego novo. Agora que a poeira abaixou – lê-se “estou de férias”-, resolvi vir aqui e indicar um filme que assisti por esses dias e que me emocionou e me inspirou muito: Histórias Cruzadas (The Help).

O filme, que é uma adaptação do romance de estreia – que acabou se tornando um best-seller – da autora americana Kathryn Stockett, se passa no final dos anos 60 – época conturbada devido à luta dos negros por seus direitos civis -, em Jackson, no Mississippi. Conta a história de Eugenia ‘Skeeter’ Phelan (Emma Stone, de “Superbad”), uma aspirante à jornalista que resolve escrever um livro com as tristes histórias e o ponto de vista das empregadas domésticas negras de sua cidade. Naquela época, era comum entre as famílias mais tradicionais, de classe média alta, terem faxineiras negras em seus lares, cuidando não só dos afazeres da casa, mas de suas crianças também. O filme mostra que nem tudo era tão perfeito quanto as donas de casa mostravam ser… O filme também conta com a participação da Viola Davis – atriz indicada ao Oscar, em 2009, pela sua participação no filme Dúvida, ao lado da Meryl Streep. Enfim, Histórias Cruzadas é lindo e me emocionou. Recomendo forte!

Quanto à Emma Stone, 2012 promete ser, até então, o ano mais importante de sua carreira: em julho estreia o aguardadíssimo The Amazing Spider-Man, no qual ela interpretará o primeiro amor de Peter Parker, a Gwen Stacy! (Só eu estou felicíssima por não ter que aturar a Mary Jane Watson?! Ok, ok… estou feliz por não ter que aturar a Kirsten Dunst de Mary Jane Watson – uma das mocinhas mais chatas que já vi na vida!)

Tentarei voltar antes de 2012 para indicar uma nova série que estou acompanhando e que eu tenho certeza que vocês irão gostar. ;)

Um beijo a todos!

Quem me conhece sabe o quanto eu sou apaixonada por TV. Amo mais que cinema! Adoro me envolver em histórias e acompanhar o desenvolvimento dos personagens ao longo das temporadas, como faço com Grey’s Anatomy e Supernatural, que sofro acompanho há 6 anos!

O post de hoje é para indicar duas novas apostas do meu canal favorito, The CW: Ringer e The Secret Circle. Confesso que, de todas as estreias, Ringer era a que eu estava mais ansiosa para assistir!

Vocês lembram daquela novela mexicana, A Usurpadora? A história de Ringer é bem parecida: Sarah Michelle Gellar interpreta duas irmãs gêmeas, Bridget e Siobhan. Bridget é a irmã menos afortunada: é alcoólatra e ex-stripper; Siobhan é rica e fútil. Ao pensar que a irmã havia morrido, Bridget - que é a única testemunha de um crime e está jurada de morte pelo assassino - resolve assumir a identidade da irmã. Má ideia. No final do episódio descobrimos que Siobhan na verdade está viva, em Paris, guarda muitos segredos e quer se ver livre de Bridget…

Como em “A Usurpadora”, ninguém faz ideia de que a Bridget é a Siobhan, nem o próprio marido! (Interpretado pelo Ioan Gruffudd, de O Quarteto Fantástico e Titanic) Apesar de clichê, a história me intrigou. Prevejo bastante drama!

Ringer estreou bem nos EUA, com cerca de 3 milhões de telespectadores. (Se tratando da CW, é um bom número!)


Do criador de Dawson’s Creek, Kevin Williamson, The Secret Circle é uma série de fantasia direcionada a um público mais jovem. Assim como The Vampire Diaries, a história é baseada em uma série de romances – best-sellers – escritos pela americana LJ Smith.

Cassie (Britt Robertson, da extinta Life Unexpected) é uma garota de 16 anos que, ao perder a mãe, muda-se para New Salem e descobre que é uma bruxa! Em seu novo colégio, conhece Adam (Thomas Dekker, o John Connor de Sarah Connor Chronicles), seu par romântico na trama, e outros adolescentes que também são bruxos e a convencem a fazer parte de um “círculo secreto” de bruxos. Logo no primeiro episódio, descobrimos que Cassie e Adam estão destinados a ficar juntos, mas Adam é namorado de Diana, que também faz parte do círculo, e forma-se um triângulo amoroso, para não fugir do clichê… (Como se a gente se importasse!)

Eu dei uma chance à essa série por causa do Thomas Dekker. Virei fã dele ao acompanhar Terminator: The Sarah Connor Chronicles (da FOX) de 2007 a 2008, quando foi cancelada e partiu o meu coração em mil pedacinhos. Desde então, fiquei esperando que ele voltasse à TV. Fiquei super feliz ao saber que ele faria parte de um novo projeto da CW, e ainda mais feliz quando soube que ele seria o protagonista de um seriado baseado em uma série de livros da mesma escritora de Vampire Diaries, porque não haveria dúvidas de que faria sucesso! Gostei bastante do primeiro episódio e adorei o papel dele – que não foge muito do John Connor. (Yay!)

Thomas Dekker à parte, a série é legal e tem muito potencial para ficar no ar por bastante tempo. (Assim como todas as séries da CW…)


Semana que vem volto para contar o que achei de Hart of Dixie. Estou super ansiosa para conhecer a nova personagem da Rachel Bilson!

27/08

LIVRO: JANE EYRE

por Juliana às 21:23 | 2 comentários | Read in english


Jane Eyre é um romance de mistério e suspense da autora inglesa Charlotte Brontë, publicado no século XIX (1847). Possui diversas características da literatura gótica, mas não é considerado gótico. É um clássico da literatura mundial. Muitos estudiosos da obra o consideram à frente de seu tempo, influente e feminista, pois Jane Eyre é um personagem extremamente forte e independente para a sua época. Ao contrário das personagens de Jane Austen, Jane Eyre não precisa casar-se para garantir o seu futuro; ela consegue, muito bem, manter-se sozinha.

É como se Jane Eyre tivesse escrito sua autobiografia, e o livro começa com a mesma, aos 10 anos de idade, morando com a família de seu tio, os Reed. Sua tia, Sarah Reed, não gosta dela e a trata como criada, e, junto com seus filhos, a maltratam, não só emocionalmente, mas fisicamente também. Para o bem de todos, Jane é mandada para um internato de garotas com a acusação de ser traiçoeira. Lá, também sofre opressão e maus tratos. Devido às más condições, muitas garotas morriam de tífo – o que acontece com uma amiga, que morre em seus braços. Apesar de tudo, Jane recebe uma boa educação. Ao se formar, Jane decide partir e arruma um emprego em um castelo isolado, o Thornfield Hall – descrito pela Charlotte com características góticas -, onde coisas estranhas - como barulhos, risadas misteriosas e até mesmo incêndios - acontecem. Além de governanta, torna-se tutora de Adèle, uma garotinha francesa que pode – ou não – ser filha do dono, o inesquecível Mr. Edward Rochester, que acaba se apaixonando – reciprocamente – por Jane Eyre. Mais tarde, descobrimos que o Mr. Rochester esconde um segredo que impede os dois de ficarem juntos…

A obra já foi adaptada inúmeras vezes para às telas. A mais recente é o filme Jane Eyre, lançado no começo desse ano, que conta com a Mia Wasikowska (Alice No País das Maravilhas, do Tim Burton) e com o Michael Fassbender (Tank Fish e X-men: Primeira Classe) como Jane e Mr. Rochester.



Vale muito a pena assistir. Apesar de terem distorcido algumas passagens do livro – e ocultado outras -, o filme é muito bom. O clima de mistério, suspense e romance são envolventes e a fotografia e os figurinos são lindos. Também não posso deixar de citar que amei o Michael Fassbender na pele do Mr. Rochester. “Está me examinando, Miss Eyre. Acha-me bonito?” Para completar, a trilha sonora é do Dario Marianelli – do qual eu sou fã -, produtor das trilhas sonoras de dois dos meus filmes favoritos: Desejo e Reparação e Orgulho e Preconceito. Não tinha como eu não me apaixonar pelo filme, né?

A BBC – que produz séries incríveis – também já adaptou a obra para algumas minisséries. A última delas foi exibida em 2006 e eu não tive a oportunidade de assistir ainda. Não consigo achar em lugar nenhum. Alguém me traz do exterior? ;)

Enfim, assistam ao filme e me dêem suas opiniões!

Alguém aí assiste True Blood? Para quem é fã do sobrenatural (e de vampiros de verdade), assim como eu, é um prato cheio! Mas não vim aqui para falar sobre a série, vim aqui para recomendar os livros que deram origem à ela. Na verdade, ainda estou lendo o quarto livro, o Dead to the World. É que estou me divertindo tanto que precisei comentar sobre eles aqui! Tenham em mente que os meus elogios são baseados até esse ponto da saga, ok? Bom, lá vai:

A saga – que deu origem à série de maior sucesso da HBO da atualidade, True Blood – é composta por 11 livros e foi escrita pela best-seller norte-americana Charlaine Harris, que escreve sobre mistério e fantasia há mais de 20 anos. Charlaine, obviamente, tem dezenas de livros publicados, mas os que mais fazem sucesso são os que contam a história da Sookie Stackhouse. Apesar de a narração ser feita por um narrador-personagem – a Sookie -, a obra é bem envolvente. (Eu tenho implicância com narradores-personagens. Uma das minhas únicas exceções é o Holden Caulfield, de O Apanhador no campo de centeio. Para que eu consiga me envolver em uma narração na 1ª pessoa, o personagem tem que ser extremamente interessante. No mínimo, divertido! É o caso da Sookie: apesar de ser a “mocinha”, ela nos narra os dramas que acontecem em sua vida de um jeito extremamente interessante e envolvente. E, na medida do possível, cômico.) Eu adoro a Sookie!

A história não foge muito do que é mostrado na série: se passa no interior, na fictícia Bom Temps (Louisiana), poucos anos após os japoneses terem inventado um sangue sintético e os vampiros assumirem a sua existência ao mundo – ou melhor, “saírem do caixão” -, já que não trariam mais perigo à sociedade e poderiam tentar viver harmonicamente. A Sookie é uma garçonete telepática que, com sua inocência e carisma, acaba conquistando a confiança – e tudo o mais – do primeiro vampiro que aparece em sua cidade, Bill Compton. A partir de então, sua vida fica em constante perigo! Mas vampiros não são os seus únicos problemas: até aonde eu li (e assisti), ela se depara com lobos, bruxas, fadas, metamorfos e seres místicos em geral. Como eu disse, ela está sempre correndo risco de morte. A sorte é que sempre tem um vampiro disposto a salvá-la. Ou um lobo. Ou uma fada. Enfim, é bem legal.

A verdade é que eu me surpreendi ao ler os livros. Achei que o Alan Ball – o “criador” de True Blood – tivesse se inspirado levemente na saga e aproveitado apenas os personagens e as localizações, como acontece com The Vampire Diaries, que também foi inspirada em uma série de livros. (Quem é fã dessa série – que não tem nada a ver com True Blood, diga-se de passagem – sabe que o que é mostrado lá foge completamente da história que é mostrada nos livros.) No caso de True Blood, cada temporada conta a história de um livro. Eu achei a primeira temporada bem fiel ao que li no primeiro livro. Algumas coisas mudam bastante, claro, mas no geral, achei tudo bem fiel. Uma das grandes diferenças é que, nos livros, tudo gira em torno da Sookie. Na série, a gente tem que acompanhar as histórias paralelas do Sam, do Lafayette, da Arlene e etc. (Só eu tenho vontade de pular essas partes de vez em quando?)

Enfim, estou amando. Espero que a saga continue boa, me apeguei bastante à Sookie. Ah, só para constar: team Eric!!! :P

Acabei de assistir O Noivo da Minha Melhor Amiga (Something Borrowed) e não pude esperar nem um minuto para vir aqui recomendar para vocês!

A história do filme é a seguinte: Rachel (Ginnifer Goodwin, de Ele não está tão a fim de você) é apaixonada pelo noivo de sua melhor amiga, Darcy (Kate Hudson), que ela mesma conheceu na faculdade e apresentou para a amiga. Numa certa noite, um pouco bêbada, ela acaba confessando o que sente por ele e descobre que ele também sempre gostou dela. Só que é tarde demais, porque ele irá se casar dentro de poucas semanas. E, para piorar a situação, ela será a dama de honra!



O filme - que foi inspirado num livro best-seller de mesmo nome -, segue o mesmo estilo que O amor não tira de férias. Achei que fosse uma comédia romântica (e fazia tempo que eu não assistia uma), mas acabei me deparando com um belo drama, com direito à Fake Plastic Trees (do Radiohead) de trilha sonora e a mocinha chorando embaixo da chuva tudo o mais. (Bem do jeito que eu gosto!) Falando em trilha sonora, a desse filme é linda. Há tempos não assistia um romance tão gostoso como esse… Mas, cuidado: não assista se estiver de tpm! 

Acho que vou ter que ler o livro. Fiquei curiosa para saber a opinião de vocês! Não esqueçam de vir aqui me contar o que vocês acharam, ok? :)

Gosto de lembrar do dia 25 de setembro de 2005 como o dia mais feliz da minha vida: quando vi um show da Avril Lavigne pela primeira e, até então, única vez. Para vocês terem ideia, a senha da minha primeira conta bancária era “250905″. Nunca imaginei que ela fosse demorar 6 anos para voltar!

Quando soube que a The Black Star Tour iria passar aqui pelo Brasil, fiquei muito feliz! Fiquei ainda mais feliz quando soube que seria no Credicard Hall, pois considero a melhor casa de shows de São Paulo! (Em 2005, o show foi no Estádio do Pacaembu e eu tive que madrugar na fila para conseguir ficar na grade, bem pertinho). E aconteceu tudo tão rápido! Mais ou menos duas semanas após o anúncio que a turnê viria para o Brasil, os ingressos já estavam à venda… E lá estava eu, dia 19 de junho, às 00:01, no site da Tickets for Fun, desesperada porque não estava conseguindo comprar meus ingressos! Mas no final deu tudo certo e eu consegui ir aos dois shows da Avril Lavigne aqui em São Paulo. Gastei uma boa grana, mas não me arrependo.

O primeiro show (quarta-feira, 27) quase não aconteceu. Na terça-feira à noite, a Avril escreveu no twitter que estava presa há 9 horas no aeroporto de Buenos Aires por causa das cinzas do vulcão chileno. Na hora nem dei tanta atenção – não me passava pela cabeça que isso podia comprometer o show no Brasil no dia seguinte -, mas quando acordei na quarta-feira e vi que ela ainda não tinha embarcado rumo ao Brasil, fiquei desesperada! Mas, no final das contas, ela finalmente conseguiu embarcar, após 24 horas de espera e voos cancelados. E ainda teve ânimo para fazer um show lindo no mesmo dia!

O show começou por volta das 22h20 ao som de Black Star, a intro do cd Goodbye Lullaby – que inspirou o nome da turnê. Preciso dizer o quanto fiquei feliz ao vê-la? Sério, o tempo passou tão rápido… ainda lembro como se fosse hoje quando assisti ao seu primeiro show no Brasil!

Ela entrou no palco com um penteado à la Amy Winehouse, mas desmanchou depois de alguns minutos. Logo em seguida, ela cantou as músicas mais agitadas: What the Hell, Sk8er Boi, He Wasn’t e I Always Get What I Want. Eu acho que nunca pulei e cantei tanto na minha vida! Eu não consigo explicar com palavras o que eu senti e o quanto eu estava feliz ouvindo ao vivo músicas que me marcaram tanto, como Sk8er Boi e He Wasn’t. E eu não era a única, eu olhava para os lados e via todo mundo feliz e emocionado, compartilhando aquele momento comigo.


*fotos retiradas do G1

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